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Gregório de Matos começa um de seus mais icônicos poemas externando a tristeza que mora no coração de uma cidade que abriga aos visitantes e condena os moradores.

A ideia seria a de uma mãe, que cerra o leite do filho para dar a uma outra criança. Parece que antigo cenário baiano estende seus horizontes ao dorso fluminense.

Aos turistas a beleza, aos filhos da terra as favelas.

O estado do Rio de Janeiro lança-se a um desmedido jogo contraditório e ao mesmo tempo desnorteador. A força corruptiva imita as marés de nossas praias e suas ondas revoltas.

Quando achamos ser destruídas, percebemos que apenas descansam.

O histórico fluminense precisa começar a dar cenário a outras constituições.

Não podemos continuar importando a triste Bahia do relato de Gregório de Matos, mas encerrar esta peça teatral e dar lugar a uma política comprometida.

Não se esqueça que a mudança de cenário começa pelas coxias, onde os que lá ficam mudam toda a perspectiva do enredo com novas formações. Para mudar o estado, pense em quem você quer na coxia nestas próximas eleições.

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