W3Schools

A Polícia Civil confirmou na tarde desta segunda-feira (19) a identidade da segunda vítima da queda de um helicóptero em uma área rural de Rio Claro, no Sul do Rio de Janeiro. O segundo ocupante da aeronave era Roberto Yoshio Mayashida, de 38 anos.

O nome não bate com os dois documentos encontrados junto ao corpo da vítima. Segundo a polícia, as identidades eram diferentes, sendo uma de Minas Gerais e outra do Paraguai, mas as fotografias eram iguais.

A mãe da vítima esteve no IML nesta segunda para retirar o corpo. Ele era de Guaíra, interior do Paraná e fronteira com o Paraguai. O caso segue sendo investigado pela delegacia de Rio Claro.

Na sexta-feira (16) a identidade do piloto Gelson Moraes da Silva, de 34 anos, foi confirmada. Segundo os agentes, ele tinha registro de piloto de helicóptero na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A irmã de Gelson disse que ele recebeu uma proposta para testar o helicóptero para uma empresa que estava abrindo uma escola de aviação em Macaé.



Ainda segundo a irmã da vítima, o voo saiu de Macaé e iria rodar pelas redondezas, voltando para mesma cidade. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) ainda apura a rota oficial realizada pelo helicóptero.

O acidente aconteceu na manhã de quinta-feira (15), no distrito de Passa Três, área rural de Rio Claro. Segundo a Anac, o helicóptero, modelo Robinson 44 e matrícula PR-ESK, estava com Certificado de Aeronavegabilidade cancelado, o que significa que ele não podia voar.

O Samu informou que uma das vítimas foi encontrada presa entre as ferragens e a outra, ejetado para fora da aeronave. O acidente aconteceu por volta das 8h. O tempo estava nublado, com o céu encoberto de nuvens.

Moradores que vivem próximo ao local do acidente relataram que ouviram dois estrondos antes da queda. A causa do acidente será investigada.


O que dizem Anac e Aeronáutica


Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o helicóptero, modelo Robinson 44 e matrícula PR-ESK, estava com Certificado de Aeronavegabilidade cancelado, o que significa que ele não podia voar.

A Aeronáutica também informou que a aeronave estava com os documentos de permissão para voar em situação irregular.


O que diz a Força Aérea Brasileira


Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que uma equipe de investigadores foi enviada ao local para "realizar a ação inicial da ocorrência", que consiste em coletar dados, como fotografar a cena do acidente, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos.

"Investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) localizado no Rio, foram acionados para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-ESK".

O corpo de Gelson foi sepultado no último domingo (18) na cidade de Mangueirinha, no Paraná.

Fonte: G1

Deixe seu comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem