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Uma triste notícia revoltou populares em Areal na última quarta-feira (2) quando souberam que uma idosa identificada como Maria Luiza dos Santos Tocalino, de 75 anos, diagnosticada com covid-19, que precisou ser internada em Vassouras após sofrer um infarto, faleceu e teve que ser sepultada no cemitério da Cachoeirinha, pois o cemitério da Fazenda Velha, mais próximo do Centro, não está realizando o sepultamento de vítimas da covid-19.

Segundo Livia Godoy, neta da idosa que foi a óbito, no momento em que os familiares precisaram tanto da prefeitura quanto da funerária para sepultar a senhora Maria Luiza, não houve boa vontade de ambas as partes, de acordo com o relato mostrado no telejornal Bom Dia Rio na manhã desta sexta-feira (4).

O descaso com a situação revoltou familiares e amigos da senhora que acharam um absurdo as condições de acesso precário ao cemitério com buracos, pedras amontoadas e a falta de iluminação, uma vez que os familiares tiveram que usar lanternas de celulares para chegar ao túmulo onde a idosa foi sepultada.

E o pior, os próprios familiares com ajuda de um coveiro e do funcionário da funerária, subiram por quase meia hora com grande dificuldade o caminho para enfim realizar o sepultamento por volta das 18h20, uma vez que o horário previsto para o caixão ser colocado no túmulo era às 15h.

Em nota, a Prefeitura de Areal lamentou o ocorrido, porém populares indignados comentaram que nada supera o trauma sofrido pelos familiares da idosa com toda a situação constrangedora a que foram submetidos, num momento de dor e sofrimento para sepultar a senhora Maria Luiza com dignidade. "Eu resolvi divulgar a história da minha família para nenhuma família ter que passar por isso", comentou a neta da idosa após o triste episódio.

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