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Foto: Caiaimage/Trevor Adeline/ Getty Images

É verdade que o abraço é quase que um patrimônio cultural do nosso país. Está nas canções, está nos cultos religiosos, está nas obras literárias... Enfim, o abraço sempre faz parte do cotidiano brasileiro.

Neste tempo temos experimentado a falta deste hábito que é responsável por transmitir afeto, parceria, compromisso e tantas outras sensações.

Já parou para pensar nisso? Quantas mensagens são transmitidas pela linguagem do abraço. Quase que podemos classificá-lo como mais uma das tantas línguas presentes em nossa nação.

Está presente em todas as nossas celebrações. Hora pode transmitir a alegria, hora transmite a força, hora transmite descontração e hora compromisso.

Neste tempo, mais do que nunca é necessário nos abraçarmos, porém falamos aqui de um abraço diferente, falamos da transmissão de uma atitude que sempre é transmitida em todo abraço: união.

Às vésperas de celebrarmos o dia de nossa amada Pátria, precisamos de um abraço, não físico neste instante, mas um abraço que fale à sociedade.

Um abraço de compromisso aos pobres, um abraço de promoção da justiça social.

Abraços comprometidos com a honestidade, com a busca do bem comum e da instauração de uma nação que seja a concretização do cenário composto por nosso hino: uma nação grandiosa, que abraça os filhos desta terra como mãe.

Não há mérito em uma nação grandiosa por si só, todo o mérito está em ser grandiosa, para fazer o bem também aos filhos que a compõe.

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